domingo, 24 de junho de 2007


welcome-to-jamrock

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sábado, 23 de junho de 2007

2pac-all -eyez -me

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sexta-feira, 22 de junho de 2007

krayzie -bone-thug-mentality-1999

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quinta-feira, 21 de junho de 2007

quarta-feira, 20 de junho de 2007

domingo, 17 de junho de 2007


Estas formas artísticas foram surgindo no ambiente urbano de Nova York, cidade dos Estados Unidos, na passagem dos anos 60 para os anos 70. O termo foi criado pelo então DJ Afrika Bambaataa, fundador da organização Zulu Nation, referindo-se ao movimento dos quadris.

Grafiteiro, escritor, writer - Pessoa que manipula a lata de spray na realização dos Grafites.

Tag, assinatura e/ou Pixação - Tanto pode ser a assinatura do autor de um Grafite, como a assinatura solta pelos muros. Também se refere ao ato de "pixar" (com x). Pixar é expressar e popularizar uma nome, um pseudônimo, uma marca. Geralmente ocorre na fase

Bomb - É a evolução seguinte à do Tag. As letras são preenchidas e possuem 2 cores.


Gostaria de deixar claro que "Grafite" pode ser visto de uma forma bem mais abrangente que a atual. Ela existe desde a Pré-História, passando por Pompéia, pela revolução mexicana na década de 30, pela 2ª Guerra Mundial, formando o Hip Hop no final dos anos 60. Historicamente o assunto é muito maior do que pensamos.
Taki 183 é visto como o primeiro que ganhou fama com o Grafite (ou ainda era Pixação?) em Nova York/EUA. Vivendo num ambiente onde o Grafite/Pixação já vinha sendo utilizado por gangues para fins de demarcação de território e propaganda, Taki 183 lança seu primeiro Grafite/pixação em um caminhão de sorvete no verão de 1970 inspirado por um outro nome, de "Julio 204".

Gostaria de registar alguns do "primeiros" mestres da Arte Grafite: Super Kool 223, Stay High 149, Topcat 126, Barbara, Eva 62, Lee 163d, Phase II, Tracy 168, Julio 204, Taki 183, Lady Pink formando a primeira leva do Grafite norte-americano.



Como dito anteriormente, as linhas do Metro eram os pontos mais cobiçados pelos Grafiteiros/Bombers/Pixadores. Após 15 anos de combate, as administrações da cidade de Nova York conseguiram extinguir com as intervenções no dia 12 de maio de 1989. Foram 150 milhões de dólares gastos em limpeza e segurança somando mais de 80 mil horas de trabalhos limpando vagões. Se por acaso aparece um Grafite hoje em um vagão, este é imediatamente removido e limpo. O fim dos Grafites nos metrôs afetou e muitos os jovens que estavam na ativa e viam os túneis e vagões como seu meio de comunicação com o mundo externo.















Foi Superkool 223 que descobriu que ao usar bicos de perfumes, venenos e outros produtos o traço poderia variar se tornando mais espesso ou mais fino. Nos dias de hoje, os Fat Caps (grossos) e os Thin Caps (finos) são vendidos por revistas especializadas em Grafite.







old school -1969 - 1989




















quarta-feira, 13 de junho de 2007

Lewis Carroll


Lewis Carroll, pseudônimo de Charles Lutwidge Dodson, (Cheshire, 27 de janeiro de 1832Guildford, 14 de Janeiro de 1898) foi um matemático e escritor inglês.


Lewis Carroll teve uma carreira como professor de matemática na Christ Church, origem da famosa Universidade de Oxford, tendo sido um bom matemático e lógico, porém não brilhante. Sua fama vem mais de seus dois livros infantis, Alice no país das maravilhas (1865) e Alice no País do Espelho (Alice do outro lado do espelho, no título mais conhecido em Portugal) (1872), ambos escritos sob inspiração de Alice Liddell, filha do deão da Christ Church, de apenas dez anos de idade, por quem ele nutria uma paixão platônica. Lewis foi o inventor de inúmeros jogos e quebra-cabeças infantis, com que ele entretinha suas amigas crianças.


Como matemático dedicou-se a criar e resolver diversos problemas intrincados de lógica, sendo esta a sua maior contribuição científica.

A pedofilia de Carroll nunca foi às vias de fato, tendo sido sempre platônica, e ficou registrada em inúmeras fotografias de semi-nu infantil que ele fez durante sua vida. Carroll jamais se casou. A própria sugestão de seus relacionamentos com as meninas envolverem algum componente sexual constrangia Carroll.

Ambos os livros infantis de Carroll contêm inúmeros problemas de matemática e lógica ocultos no seu texto. Em Alice no país da maravilhas, em que a personagem Alice entrava em uma toca atrás de um coelho falante e caía em um mundo fantástico e fantasioso, uma das passagens mais conhecidas é a do chá com a Lebre de Março e o Chapeleiro, em que o Chapeleiro propõe um enigma, nunca resolvido por Carroll, ao perguntar "por que um corvo se parece com uma escrivaninha?".


A passagem mais comentada e lembrada de Alice no País do Espelho, livro em que Alice entra no espelho e encontra lá um mundo em que tudo é invertido, é o evento, nunca dito, mas apenas sugerido, da queda de Humpty Dumpty. O interessante de Alice no País do Espelho é que toda a história se passa como se fosse um jogo de xadrez, em que cada evento constitui-se em uma jogada, sendo o final da história, e seu clímax, o xeque-mate.




the crazy boy forever !

segunda-feira, 11 de junho de 2007